08 julho 2016

TOLERÂNCIA É GENTILEZA, NÃO CONDESCENDÊNCIA

* Especial para Manhood Brasil


Dos genes de Afrodite à seleção natural, as mulheres são naturalmente egoístas. Todos nós somos, mas mulheres são o ápice do Egocentrismo. Elas não querem que os filhos sejam felizes: elas querem que eles sejam felizes DO JEITO DELAS.  São necessárias muitas décadas de maturação dentro do ego feminino até que elas desenvolvam a tolerância necessária para entender que as coisas podem dar certo de um modo diferente do que elas acham "o jeito certo".

Olhe para uma recepção de casamento, por exemplo. O noivo representa 50% da participação ali - afinal, sem os 50% do casal representado pela figura do noivo, de que maneira o casamento seria possível?

Entretanto, o casamento é uma celebração da mulher glorificando-se a si mesma. Talvez por sentir-se penosa ao abandonar a vida de solteira, talvez para certificar-se de que aquela é a escolha certa a fazer a esta altura do campeonato... o fato é que a festa de casamento é uma celebração da noiva com a noiva para a noiva. O cara e o boneco em cima do bolo têm o mesmo peso.

Apesar dessa irrelevância original, existem milhares de homens casados que levam uma vida tão boa e plena quanto aquela que levavam quando solteiros. Diria até que levam uma vida melhor que antes. Qual o motivo da diferença entre estes e aqueles infelizes com o casamento?

A resposta reside em uma constatação bem simples: os homens felizes CONTROLAM suas próprias vidas. TODOS os aspectos dela, incluindo esposa, filhos, emprego, emoções, etc. Homens infelizes não: eles são controlados pelas escolhas que permitem ser feitas para eles.

Por egoísmo e insegurança, a maioria das mulheres – digamos algo como 99,99% delas mesmo - quer, de todas as maneiras, dominar seus maridos. A ironia é que, quando elas são bem sucedidas nessa empreitada, elas passam a se sentir absurdamente infelizes. O poder corrompe, e qualquer pessoa deixada sem controle algum se transforma em um imbecil.

Lá no fundo, nenhuma mulher aprecia ser uma megera. Nenhuma mulher quer ficar apontando as fraquezas de seu homem e ter de agir como mãe dele – afinal, isso a transformaria no único adulto da casa, uma posição bem solitária e estranha para quem decidiu por uma vida de casal.

Mas a megera é necessária. Ela é um teste de força e de caráter para o homem. No fundo de sua mente, a megera espera que o homem persista, que ele prevaleça. Ela deseja vê-lo resistindo e colocando-se à altura do desafio. Quando o sujeito passa a resolver seus conflitos cedendo terreno em nome da paz, a mulher se impõe ainda mais, numa tentativa de fazê-lo despertar e finalmente colocar-se de pé, firme como o Homem que ela gostaria que ele fosse.

Não seja o filhinho mimado, carente e inseguro de sua esposa. Seja o Homem dela, porra. Deixe-a reclamando ao vento. Exponha o que será feito e como e então guarde silêncio, como uma montanha onde o vento colide sem desgastar a rocha sólida. Seja Viril. As mulheres são naturalmente atraídas para homens dominantes. Não importa o que digam.


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