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29 setembro 2014

Pessoas Problemáticas x Pessoas Solucionáticas

© Alessandro Loiola




Pessoas problemáticas teimam em atormentar os amigos se queixando da vida dizendo coisas como “Não sei o que está acontecendo com ela/ele/meu trabalho/minha vida/tudo”.

Além de inútil, esse tipo de questionamento causa grande sofrimento, porque as pessoas estão sempre se perguntando “o que está acontecendo” ao invés de se preocuparem com “o que estão causando”.

Quando você atua como uma CAUSA ao invés de um EFEITO, você estabelece um exemplo fácil de ser seguido: você não é mais um crítico, mas um produtor. É extraordinário como somos capazes de crescer a partir do milésimo de segundo em que decidimos viver para além das histórias sobre nós mesmos (fraquezas) e dos outros (ameaças).

Cada decisão que você toma, cada pequena decisão, não é uma decisão sobre o que fazer. É uma decisão sobre QUEM VOCÊ É. Perceber isso muda tudo. Todos os eventos, situações e experiências de sua vida se transformam em oportunidades para fazer aquilo que você nasceu para fazer: ser você mesmo/mesma. Decidir torna-se um fator permanente de mudança.

Procurar fazer as coisas como todo mundo faz é desperdiçar a chance de descobrir quem você realmente é – como disse Arthur Schopenhauer, “investimos três quartos de nossas vidas para sermos como as outras pessoas”. Não caia nessa armadilha. Supere-se e tome a frente para causar a mudança que você deseja. Nada é mais inspirador que isso. Todo mundo prefere ser inspirado, estimulado, motivado, ao invés de punido ou corrigido. O impacto do exemplo é mais profundo e dura mais tempo que qualquer outra tática. Por isso: SEJA o que você DESEJA ver.

Se você quer uma vida mais positiva ou pessoas mais atenciosas ao seu redor, tome a dianteira e seja VOCÊ a causa da positividade e da atenção. Mostre como fazer, transforme-se em uma pessoa solucionática. E então surpreenda-se com os resultados.

16 setembro 2014

Você está na equação?

© Alessandro Loiola




Reflexão para começar a manhã: levar os dias como uma sequência de escolhas e oportunidades ao invés de tentar se passar por vítima de todas as circunstâncias aumenta suas chances de sucesso. Isso parece óbvio, mas esse cenário de dissimulação infantil pode se infiltrar de modo bastante sutil na sua vida.

Quando você vive nesse nível e compreende que as coisas que você faz são escolhas que você tomou (ou consequências dessas escolhas), a vida assume uma nova dimensão. Seja planejar um passeio, ir trabalhar, fechar um contrato, cuidar das crianças, preparar o almoço ou arrumar a casa, tudo se torna mais divertido.

Se deseja que as coisas dêem certo, precisa se incluir na equação das suas escolhas 100% das vezes.

“Pode contar comigo” é uma frase típica do sujeito que encara a vida de modo consciente, adulto e comprometido com suas decisões. 

Pessoas não comprometidas, ansiosas por assumir o papel de vítimas, em geral se saem com “Resolva aí do seu jeito e vamos ver como fica” ou “Faça como você achar melhor”. E na primeira situação de dificuldade, atacam com o velho “Não aguento mais fazer só o que os outros querem!”.

O espírito de colaboração com a sua vida não tem coisa alguma a ver com quem merece o quê. Ele tem, sim, a ver com o seu comprometimento pessoal em ter uma grande experiência de existência. O hábito de personalizar negativamente as consequências, retirando sua parcela de responsabilidade da equação, deveria ser considerado uma forma de doença mental.

Se você tem hábito de fazer isso, mude agora. Ou marque uma consulta.